Uma das consequências da perda de peso rápida é o excesso de pele. Portanto, é muito comum que pacientes que tenham feito a cirurgia de redução de estômago passem por esse tipo de problema. É aí que entram as cirurgias reparadoras pós-bariátrica.

Essa cirurgia deve ser feita de 3 a 6 meses após a estabilização do peso, que por sua vez pode levar entre 12 e 18 meses, e quando a equipe médica responsável pela bariátrica liberar o paciente. Entre os procedimentos mais realizados estão a abdominoplastia (abdômen) e mamoplastia (mamas), tanto masculina quanto feminina.

O emagrecimento rápido e excessivo, faz com que a pele perca proteínas importantes para sua elasticidade. Portanto, é possível alcançar bons resultados com as cirurgias reparadoras pós-bariátrica, mas o paciente deve ser alertado de que a qualidade da pele não vai ficar com um aspecto perfeito e que é normal ficar com cicatrizes.

Além disso, os pacientes podem sofrer com anemia por deficiência de absorção de ferro, baixa de proteínas por dificuldade de comer carnes e a baixa de vitamina B12. Estudos apontam que, quanto maior for o peso do paciente na hora de fazer a cirurgia reparadora pós-bariátrica, maior será o índice de complicações.

Após ter o peso estabilizado e ter sido liberado pela equipe médica, o paciente deve passar por uma preparação pré-operatória, onde devem ser analisadas possíveis patologias, infecções de pele, alterações não relatadas, exames complementares e relação de medicamentos de uso contínuo. Além disso, manter uma boa alimentação e praticar exercícios físicos é imprescindível.

Já no pós-operatório da cirurgia reparadora pós-bariátrica, o paciente deve manter as feridas limpas, ingerir bastante líquido e ficar de repouso. Atividades físicas devem ser feitas apenas após a liberação médica.

Lembre-se sempre de consultar seu médico e tirar todas as dúvidas relacionadas ao assunto antes de se submeter a qualquer tipo de procedimento.