A cirurgia para redução de mama, chamada de mamoplastia redutora, é realizada para reposicionamento dos tecidos da mama, redução e ascensão da aréola e, principalmente, redução do excesso de tecido glandular. Isso serve para tornar a mama mais harmônica e leve, melhorando a autoestima e a postura corporal da paciente, além de facilitar a prática de atividades físicas.

A mamoplastia redutora é uma boa opção para mulheres que se incomodam com o tamanho dos seios. Além disso, mamas muito grandes podem limitar as atividades físicas, ser a causa de dor nas costas, ombros e pescoço, irritar a pele abaixo do sulco da mama, deixar os seios flácidos e pendentes, entre outros fatores.

Entre os riscos que estão envolvidos na cirurgia plástica nas mamas estão: má cicatrização, alteração de sensibilidade no mamilo ou na própria mama, sangramento, contorno da mama irregular, alterações permanentes da pigmentação da pele, danos em nervos, vasos sanguíneos, músculos e pulmões, assimetria, rigidez excessiva, possibilidade de não poder amamentar, entre outros.

É normal que, após a cirurgia de redução de mama, a paciente sinta falta de ar, dores no peito ou batimentos cardíacos anormais. Se algum desses sintomas aparecer, é recomendável que um médico seja procurado imediatamente, pois a paciente poderá precisar de internação e tratamento adicional.

Como é a recuperação

A recuperação após a plástica das mamas inclui uma bandagem elástica ou um sutiã reforçado, que vão ajudar a minimizar o inchaço e sustentar os seios. Além disso, um dreno pode ser utilizado para drenar qualquer excesso de sangue ou fluídos que podem ficar acumulados.

Quanto aos resultados, o novo tamanho dos seios poderá melhorar a autoconfiança da mulher e trazer benefícios além da estética. Com a mama mais proporcional após a mamoplastia redutora, a dor e as limitações físicas não existirão mais.

Lembre-se sempre de consultar seu médico e tirar todas as dúvidas relacionadas ao assunto antes de se submeter a qualquer tipo de procedimento.