Você está bem consigo mesmo? Possui autoconfiança? Sente-se confortável ao se olhar no espelho? Está com a saúde emocional em dia? Quem não gostaria de responder ‘sim’ para todas essas perguntas?

Por mais que nosso maior desejo seja estar com a autoestima elevada, a baixa autoestima é uma realidade para muitas pessoas, podendo causar sérios problemas para nossa saúde e bem-estar, mas a boa notícia é que é possível buscar alternativas para que ela não afete sua qualidade de vida.

Nós vivemos em uma sociedade em que somos bombardeados com conceitos, padrões e imposições estéticas praticamente o tempo todo. Somado a esses fatores, nosso desenvolvimento e a visão que adquirimos sobre nós mesmos durante a infância, adolescência e até mesmo na fase adulta podem ditar o quanto nos sentimos confortáveis em ser quem somos.

A nossa autoestima é construída sobre tudo isso. Quando ela está baixa todos os dias ou na grande maioria dos dias, nossa saúde mental e emocional fica bastante abalada e os resultados são visíveis em nosso bem-estar e qualidade de vida.

O que é autoestima?

O conceito de autoestima é bastante amplo. Em linhas gerais, pode ser definido como o senso geral de uma pessoa sobre seu valor, imagem ou dignidade. Pode ser considerado uma espécie de medida de quanto uma pessoa valoriza, aprova, aprecia, preza ou gosta de si mesma.

Em outras palavras, corresponde ao somatório de valorações que o indivíduo atribui ao que sente e pensa, avaliando seu comportamento como positivo ou negativo, a partir desse quadro de valores.

A autoestima é um dos principais recursos para garantir a saúde em sua forma mais completa, ou seja, o equilíbrio entre saúde física, mental, emocional e social. Basicamente, a autoestima determina todos os nossos comportamentos, a maneira como nos relacionamos com o mundo e nossas respostas a situações que exigem controle emocional.

Quais os impactos da autoestima em nossa vida?

A autoestima pode causar impactos negativos e positivos em todos os aspectos da nossa vida. Entenda

melhor como ela pode nos afetar em diferentes situações:

Vida pessoal

A autoestima influencia no modo como você trata a si mesmo, se valoriza, se cuida, se aceita, se motiva, se respeita, se sente merecedor. Enfim, se você possui autoestima elevada, muito provavelmente terá uma

visão positiva sobre si mesmo e levará sua vida pessoal de maneira mais feliz, prazerosa e saudável.

Por outro lado, a baixa autoestima poderá fazer com que você se sinta negativo a maior parte do tempo, com uma maior tendência de autocrítica, dificuldade de autoaceitação, dificuldade em se olhar no espelho, etc.

Vida profissional

Na vida profissional, a autoestima reflete na forma como você se enxerga perante os outros colegas, na sua capacidade de realizar seu trabalho de maneira satisfatória, no seu desejo de crescer profissionalmente, etc.

Se você possui boa autoestima, sua vida profissional tende a caminhar com mais facilidade, através das boas relações interpessoais, qualidade no trabalho realizado, busca por capacitações, dentre outros. Já se sua autoestima é baixa, você poderá ter dificuldade de crescer profissionalmente, irá se estressar com mais facilidade, não sentirá prazer em ir para o trabalho, etc.

Vida amorosa

A autoestima interfere no modo como nos sentimos seguros, capazes, confiantes e merecedores de sermos amados. A autoestima elevada permite que você tenha relacionamentos saudáveis, com capacidade para amar e ser amado.

A baixa autoestima pode desencadear alguns sentimentos e emoções negativas, como insegurança, vitimização e ciúmes, o que pode ser uma grande dificuldade para manter um relacionamento saudável para ambas as partes.

Quais as consequências da baixa autoestima para nossa saúde?

Por estar diretamente ligada à nossa saúde emocional, a baixa autoestima pode ser responsável pelo desenvolvimento de uma série de doenças e complicações que podem afetar gravemente nosso bem-estar e qualidade de vida. Dentre as principais, podemos citar:

  • depressão;

  • ansiedade;

  • estresse;

  • compulsão alimentar;

  • isolamento social;

  • automutilação.

Procedimentos estéticos: a solução para elevar a autoestima?

Para muitas pessoas, a autoestima está muito mais relacionada à aparência física do que qualquer outro fator. Não gostar da imagem refletida no espelho e se incomodar com alguma insatisfação no próprio corpo pode abalar a autoestima de maneira significativa e desencadear problemas emocionais.

Por outro lado, se a pessoa se sente bem com sua aparência, pode ser o suficiente para que ela tenha uma autoestima elevada e possa estar bem consigo mesmo em todos os aspectos. Nesses casos, a cirurgia plástica e outros procedimentos estéticos não cirúrgicos tornam-se grandes aliados na promoção da saúde, bem-estar e qualidade de vida.

Mas vale ressaltar que o ideal só é recorrer a um cirurgião plástico quando o incômodo com a aparência física chega ao ponto de causar alterações comportamentais, como evitar exposição social, ou complicações ainda mais graves, como a depressão. Os procedimentos também só devem ser realizados para mudar uma insatisfação pessoal e nunca para agradar outras pessoas ou se encaixar em um determinado padrão.

Além disso, submeter-se a um procedimento cirúrgico com finalidade estética deve ser uma atitude muito bem pensada e amadurecida. Por isso, é importante ponderar alguns cuidados que precisam ser tomados:

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